Estrelas de cinema nunca morrem | Crítica

O filme é uma biografia que retrata de forma tocante a amizade e o amor entre a atriz Gloria Grahame e o ator Peter Turner

Gloria Grahame foi uma atriz americana que interpretou mulheres sexys no cinema na década de 50 e ganhou o Oscar em 1953 de melhor atriz coadjuvante. O tempo impediu que Gloria deixasse de ser vaidosa e sexy. Mulher de personalidade forte e bonita, ela chamava muita atenção por onde ia.

Gloria foi famosa e todos a reconheciam do cinema, mas quem não conhece a história e os filmes dela, pode ficar tranqüilo porque o filme explica.

O drama acontece no fim da vida da atriz, em 1981 e traz flashbacks e lembranças do tempo que o casal passou junto. Nesses flashbacks, o filme explica quem foi ela.

Gloria Grahame está na faixa dos 55 anos em 1979, dançando e cantando sozinha no seu apartamento, quando chama seu vizinho Peter Turner, 27 anos, para ser seu par. A história dos dois começa aí e só termina no fim da vida de Gloria.

Peter Turner nasceu e viveu na Inglaterra. Estava no começo da carreira de ator e deixou trabalhos para morar ao lado de Gloria. Ele, apesar de várias discussões e altos e baixos do casal, nunca deixou de amar a atriz.

O filme mostra episódios da vida dos dois juntos, as viagens que fizeram e os lugares que frequentaram no passado e em paralelo, o tempo atual do filme mostra o fim da vida de Gloria.

A fotografia é bem feita e tem belos enquadramentos. O ritmo do drama é lento, então não vá ver com sono! O drama é legal de assistir no momento que você está procurando um romance com drama no Netflix ou na TV. Ele funciona bem como uma história de amor com conflitos, como todos os casais, mas o diferencial é que uma das partes foi uma estrela de cinema. Além da diferença de idade entre eles.

Fernanda Ribeiro, 21 anos. Jornalista, pseudocinéfila e amante da sétima arte.

Fernanda Ribeiro

Fernanda Ribeiro, 21 anos. Jornalista, pseudocinéfila e amante da sétima arte.

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